Thabatta Pimenta pré-candidata a Deputada participa da parada do Orgulho LGBT em SP que volta às ruas falando de eleições

Thabatta Pimenta pré-candidata a Deputada participa da parada do Orgulho LGBT em SP que volta às ruas falando de eleições
Foto//Reprodução//KhiellyIduinoBlog

Dois anos depois a Parada do Orgulho LGBT de São Paulo está de volta às ruas e a sua 26ª edição aconteceu neste domingo (19) às 10h na Avenida Paulista. Os trios começaram a circular as 12h e percorreram o tradicional trajeto até a Praça Roosevelt, no centro da capital paulista.

A pré-candidata a Deputada e vereadora, Thabatta Pimenta (psb), esteve presente na manifestação. Este ano o tema da Parada LGBT de São Paulo foi “Vote com orgulho – Por uma política que representa”. Com este tema, o evento, que é considerado o maior do mundo e reúne milhares de pessoas, quer incidir no voto e claro, consequentemente, na eleição dos parlamentares, governadores e presidente da República.

Uma das atrações da Parada este ano foi a cantora Pabllo Vittar, que deve puxou coro contra o presidente Bolsonaro e, assim como tem feito em praticamente todos os shows, puxar coro em apoio ao pré-candidato do Partido dos Trabalhadores, Luiz Inácio Lula da Silva.

Bolsonaro e a destruição das políticas pró-LGBT

Ao trazer o tema do voto e representatividade para o centro da discussão, a Parada LGBT de SP acerta, pois, ao se tornar presidente da República, Jair Bolsonaro descontinuou todas as políticas LGBT que foram criadas durante as gestões de Lula (2002-10) e Dilma Rousseff (2010-16).

Mas, além da questão do voto presidencial, também está em jogo a eleição de deputados estaduais e federais, senadores e governadores e, a depender do Congresso Nacional que for eleito, a vida das LGBTQIA+ pode ficar ainda pior. Sim, isso é possível.

Falar do voto e da representatividade também é importante na composição das Assembleias Legislativas. Nos últimos anos, dezenas de projetos que tinham por objetivo criminalizar a vida LGBT pipocaram nas Assembleias ao redor do Brasil. Portanto, a comunidade LGBT, ao ser provocada a refletir sobre o seu voto, também é chamada à responsabilidade de evitar a eleição de parlamentares LGBTfóbicos e eleger LGBTs e aliados.

Derrotar Bolsonaro e a extrema direita, além de garantir a permanência do sistema democrático, é também avançar na pauta dos Direitos Humanos e, em específico, nas LGBTQIA+.